SAGA ANUNNAKI
✓ CAPÍTULO 1 - A CRIAÇÃO DO UNIVERSO
A física quântica de vanguarda começa a pensar não apenas na existência do universo como concebemos hoje, mas também na existência de multiversos.
E a melhor maneira de entender esse conceito é simples: Imagine os universos como bolhas de sabão em uma espuma infinita. Em cada bolha, um universo completo. Quando se atinge uma massa crítica, surge uma nova proposta criativa — um novo universo impulsionado por uma força universal:
o consciente coletivo.
Esse consciente coletivo é Deus em sua máxima expressão: pura energia de amor criativo.
No começo do universo, só havia vida em níveis espirituais. Houve um Big Bang espiritual antes do Big Bang material. Para nós, humanos, pode ser difícil compreender. Tendemos a acreditar que a vida está limitada pela matéria. Mas é justamente o contrário:
A consciência — o ser que pensa, sente e cria — é o verdadeiro fundamento de toda existência.
E foi assim que tudo começou.
Primeiro, surgiu a vida em níveis suprafísicos, onde a consciência criadora se manifestava em enormes extensões — fragmentos de Deus que, livremente, se uniram ao projeto criativo deste universo.
Dependendo das fontes antigas, essas entidades receberam diferentes nomes: Arcanjos, Elohim, Filhos Angélicos (como cita o Livro de Urântia).
Logo, esses níveis de existência são o que hoje começamos a compreender como matéria escura.
E aqui vale um esclarecimento importante: Deus, ou os Elohim, não são senhores de barba sentados em tronos
dourados, enfadados com os erros da humanidade.
Eles são entidades de pura energia — consciências que cocriam com a Fonte principal, o consciente coletivo
universal.
A energia seguiu se expandindo, densificando-se, fruto do desejo criador desses Filhos Angélicos, até que chegou o ponto em que perceberam: podiam dar um passo além.
Podiam criar a matéria bariônica — a fisicalidade do mundo material em que nos movemos.
E formaram então as estrelas, os clusters, as galáxias e os planetas, ordenados todos em diferentes níveis
multidimensionais.
Muitas dessas estrelas e planetas foram dotados de consciências próprias, para ajudar no trabalho cocriacional neste novo nível de fisicalidade multidimensional. Esse princípio se fazia necessário, já que as estrelas, dada sua massa colossal, deformam o espaço-tempo a tal ponto que atuam como pontes diretas entre as realidades físicas e extrafísicas — possibilitando a passagem de partes fractais desses Filhos Angélicos, entidades, almas e outros distintos tipos de seres vivos e conscientes.
Em um dado momento, esses Filhos Angélicos se deram conta de que podiam criar vida biológica nesses novos mundos materiais. E as primeiras formas de vida material foram os reptilianos de Alfa Draconis.
Mas eles não estavam sozinhos!
E a história que vem a seguir vai mudar tudo que você acredita sobre a origem da humanidade.
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